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Especialistas dão dicas para driblar problemas climáticos nos cafezais

Produtor deve fazer um bom cronograma, com orientação profissional, para que a aplicação de nutrientes atenda as necessidades da planta e possa se recuperar do estresse hídrico atual

A safra 2013/14 foi atípica e está deixando os produtores preocupados. A falta de chuvas e as temperaturas elevadas que predominaram durante o período que deveria ser chuvoso estão prejudicando a colheita desta safra e também devem trazer prejuízos para a produtividade da próxima safra.

Segundo Roberto Antonio Thomaziello, pesquisador do Centro de Café Alcides Carvalho, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a média da quebra nacional é de 18%, com variações entre 10% e 30% dependendo da região, sendo o sul de Minas Gerais, maior produtor nacional da cultura, a que mais sofreu.

Além do estresse causado pelas intempéries climáticas, alguns produtores sofrem com as escolhas equivocadas que fizeram durante o planejamento do ano agrícola atual. “Como os preços dos adubos estavam altos no início das chuvas, entre setembro e outubro, houve quem decidisse realizar a adubação tardiamente. Com a falta de chuvas que se seguiu, estes não puderam concluir o cronograma de nutrição, o que foi um dos fatores da equação que está tendo como resultado uma colheita prejudicada”, conta o pesquisador.

Dentre os problemas encontrados hoje, Thomaziello destaca que o principal é o volume de grãos necessário para uma saca beneficiada, que aumentou e são necessários 50 litros para uma saca de 60 Kg. O tamanho e a densidade dos grãos diminuíram nesta safra, reduzindo a produtividade. No campo, há problemas nos cafezais que estão sofrendo com deficiência nutricional, maior sensibilidade das plantas, maior desfolha, entre outros.

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Minimizando problemas na próxima safra

Segundo Ricardo Teixeira, especialista em café e consultor da Tradecorp, a safra do próximo ano já está prejudicada, pois com a seca o cafeeiro não teve a capacidade de gerar ramos novos e somente a partir destes ramos novos o café pode produzir no próximo ano. Por isso, o produtor precisa estar atento para recuperar rapidamente o cafeeiro. A indicação do especialista é para que o produtor faça uso da fertirrigação, pois otimiza o uso da água e os custos de produção, uma vez que une dois processos em um: leva água e nutrição às plantas. Teixeira aconselha que “quem já tem irrigação, mas não faz fertirrigação, que comece a fazer, pois está subutilizando o equipamento e a fertirrigação traz uma série de benefícios”.

O inverno já é naturalmente um período de estiagem, no entanto o déficit hídrico está muito maior que o normal, com regiões chegando a 150 mm de déficit, segundo Thomaziello. A reposição de água é um problema sério, pois “até mesmo a reserva de água do solo está aquém da ideal e, se o produtor não conseguir driblar a falta de chuvas, corre o risco de a florada não pegar” diz.

Para quem tem sistema de irrigação, a dica do pesquisador do IAC é para começar a irrigar sua área mais cedo, tanto para repor a água no solo quanto para amenizar a temperatura. Outra dica é que se programe para o período de florada e granação e que atenda às necessidades da planta, pois ela precisa do adubo no momento certo. “Não queime etapa para não ter prejuízo na colheita”, orienta Thomaziello. A má nutrição pode comprometer o desenvolvimento radicular, folhamento, pegamento, enchimento e, consequentemente, a colheita. “A boa nutrição é primordial”, salienta.

Teixeira recomenda a utilização de compostos orgânicos e uma nutrição complementar adequada às necessidades do cafezal, para que se recupere do estresse a que foi submetido. Esse estresse comprova a importância da fertirrigação, que ameniza problemas como a estiagem, além de permitir que a nutrição seja feita de forma parcelada, assim a planta é alimentada mais vezes, o que pode melhorar a sua formação e a qualidade de seu grão.

Alguns produtos Tradecorp possuem compostos orgânicos indicados para esta situação de estresse que as plantas do café estão passando por falta de chuva. Entre eles, estão as gamas Aton, Brasilis, Nutricomplex® e Pumma®, com suas formulações, atendendo às diferentes necessidades dos produtores, tanto para produtores com sistemas de fertirrigação ou produtores em áreas de sequeiro.